A Direcção Regional de Educação do Algarve (DREAl) informou hoje que pediu uma investigação com carácter de urgência sobre o alegado tratamento discriminatório de crianças ciganas na escola EB 1 das Sesmarias, em Albufeira.“Tendo tido conhecimento da situação descrita, hoje dia 30 de Março, foi solicitado de imediato que se procedesse às averiguações necessárias para esclarecimento dos procedimentos referenciados”, refere à agência Lusa, por escrito, o director regional de Educação do Algarve, Luís da Silva Correia.
A escola EB 1 das Sesmarias, em Albufeira, foi na terça-feira acusada pelo PS local de “tratamento discriminatório de crianças de etnia cigana” num comunicado intitulado “Os caminhos tortuosos da Educação no concelho de Albufeira”.
O PS acusava o agrupamento vertical de escolas EB 1, 2 e 3 Martim Fernandes em Albufeira de “autoritarismo”, “segregação” e “tratamento discriminatório de crianças de etnia cigana”.
O caso mais recente que os socialistas de Albufeira relatam refere-se a um alegado surto de sarna na escola na qual as medidas tomadas pelos responsáveis foram no sentido de proibir as crianças ciganas de irem à escola.
Em declarações à Lusa, o director do agrupamento escolar, Aurélio Nascimento, confirmou que um grupo de alunos, “cerca de oito, alguns de etnia cigana e outros não, contrariamente ao que é afirmado”, apresentavam “sintomas de escabiose humana” e que, como forma de prevenir a saúde daquela comunidade escolar, “foi contactado telefonicamente o Centro de Saúde”.
Um outro alegado caso de “segregação” e “discriminação” que o PS aponta ao agrupamento de escolas relaciona-se com o facto do transporte escolar das crianças ciganas ser efectuado pela Câmara Municipal de Albufeira em momentos diferentes das demais crianças.
“Estas práticas evidenciam comportamentos, marcadamente autoritários, prepotentes, segregacionistas e indiciários da existência de um tratamento discriminatório na referida escola e no respectivo agrupamento”, adiantam.
Sobre esta acusação, Aurélio Nascimento explica que a rede de transportes escolares “não é da responsabilidade deste agrupamento”, todavia, afirma compreender que há condicionantes, como por exemplo a “residência dos alunos e os circuitos pré-estabelecidos”.
A escola EB 1 das Sesmarias, em Albufeira, foi na terça-feira acusada pelo PS local de “tratamento discriminatório de crianças de etnia cigana” num comunicado intitulado “Os caminhos tortuosos da Educação no concelho de Albufeira”.
O PS acusava o agrupamento vertical de escolas EB 1, 2 e 3 Martim Fernandes em Albufeira de “autoritarismo”, “segregação” e “tratamento discriminatório de crianças de etnia cigana”.
O caso mais recente que os socialistas de Albufeira relatam refere-se a um alegado surto de sarna na escola na qual as medidas tomadas pelos responsáveis foram no sentido de proibir as crianças ciganas de irem à escola.
Em declarações à Lusa, o director do agrupamento escolar, Aurélio Nascimento, confirmou que um grupo de alunos, “cerca de oito, alguns de etnia cigana e outros não, contrariamente ao que é afirmado”, apresentavam “sintomas de escabiose humana” e que, como forma de prevenir a saúde daquela comunidade escolar, “foi contactado telefonicamente o Centro de Saúde”.
Um outro alegado caso de “segregação” e “discriminação” que o PS aponta ao agrupamento de escolas relaciona-se com o facto do transporte escolar das crianças ciganas ser efectuado pela Câmara Municipal de Albufeira em momentos diferentes das demais crianças.
“Estas práticas evidenciam comportamentos, marcadamente autoritários, prepotentes, segregacionistas e indiciários da existência de um tratamento discriminatório na referida escola e no respectivo agrupamento”, adiantam.
Sobre esta acusação, Aurélio Nascimento explica que a rede de transportes escolares “não é da responsabilidade deste agrupamento”, todavia, afirma compreender que há condicionantes, como por exemplo a “residência dos alunos e os circuitos pré-estabelecidos”.


















