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MAI visitou Albufeira
Posted on 7/22/2011 by Cristina Pereira
A manhã de hoje ficou marcada pela visita do Ministro da Administração Interna (MAI) à sede da GNR de Albufeira e à Câmara Municipal, onde reuniu com os presidentes dos 16 municípios algarvios, Comandante Geral da GNR, Diretor Nacional da PSP e representantes das forças vivas da região, para debater o tema da ‘Segurança’ no Algarve.
Miguel Macedo garante que estão a ser tomadas medidas para acorrer à atual situação, com destaque para o reforço e reajustamento do dispositivo das forças de segurança. “Para o Algarve foram destacados mais 180 militares da GNR, para além daqueles que já estavam contemplados no programa ‘Verão Seguro’, sendo que 30 destes homens vieram para Albufeira. Esta medida, a par com a restruturação dos Destacamentos e redistribuição dos militares, visa dar tranquilidade às pessoas e mostrar que o Governo e as forças de segurança estão atentas ao que se está a passar”, referiu.
O Ministro garantiu que “não estamos numa situação de emergência”, mas reconhece que é necessário tomar algumas medidas urgentes para assegurar a segurança na região: “pretendemos trabalhar em proximidade com as autarquias e entidades regionais para que, em conjunto, possamos articular aquilo que é necessário para garantir um clima de segurança junto das populações”.
Após reunião na sede da GNR local, Miguel Macedo afirmou ter constatado que “o número de crimes ocorridos em Albufeira, e em toda a região, nos primeiros seis meses do ano, não é muito diferente do registado no período homólogo do ano passado, havendo até um ligeiro decréscimo”.
Desidério Silva mostrou-se satisfeito com o resultado deste encontro, mas promete continuar a debater-se para que a reorganização e reforço das forças de segurança aconteça ao longo de todo o ano, em função do número de residentes e visitantes do concelho. “Parece-me que as coisas vão mudar, que há uma maior organização, mais militares e meios envolvidos. A resposta a esta primeira ação foi a que pretendia”, afirmouo presidente da autarquia albufeirense.
O Ministro da Administração Interna admitiu não estar fora de hipótese o prolongamento do reforço de efetivos na região durante a época baixa, mas alertou para o facto dessa ação não poder ser realizada “de forma instantânea, já que carece de ponderação e de uma estreita articulação com as forças de segurança”.
Miguel Macedo garante que estão a ser tomadas medidas para acorrer à atual situação, com destaque para o reforço e reajustamento do dispositivo das forças de segurança. “Para o Algarve foram destacados mais 180 militares da GNR, para além daqueles que já estavam contemplados no programa ‘Verão Seguro’, sendo que 30 destes homens vieram para Albufeira. Esta medida, a par com a restruturação dos Destacamentos e redistribuição dos militares, visa dar tranquilidade às pessoas e mostrar que o Governo e as forças de segurança estão atentas ao que se está a passar”, referiu.
O Ministro garantiu que “não estamos numa situação de emergência”, mas reconhece que é necessário tomar algumas medidas urgentes para assegurar a segurança na região: “pretendemos trabalhar em proximidade com as autarquias e entidades regionais para que, em conjunto, possamos articular aquilo que é necessário para garantir um clima de segurança junto das populações”.
Após reunião na sede da GNR local, Miguel Macedo afirmou ter constatado que “o número de crimes ocorridos em Albufeira, e em toda a região, nos primeiros seis meses do ano, não é muito diferente do registado no período homólogo do ano passado, havendo até um ligeiro decréscimo”.
Desidério Silva mostrou-se satisfeito com o resultado deste encontro, mas promete continuar a debater-se para que a reorganização e reforço das forças de segurança aconteça ao longo de todo o ano, em função do número de residentes e visitantes do concelho. “Parece-me que as coisas vão mudar, que há uma maior organização, mais militares e meios envolvidos. A resposta a esta primeira ação foi a que pretendia”, afirmouo presidente da autarquia albufeirense.
O Ministro da Administração Interna admitiu não estar fora de hipótese o prolongamento do reforço de efetivos na região durante a época baixa, mas alertou para o facto dessa ação não poder ser realizada “de forma instantânea, já que carece de ponderação e de uma estreita articulação com as forças de segurança”.