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| Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Alexandre Mestre |
O Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Alexandre Mestre, foi um dos convidados de honra da Gala do Desporto de Albufeira, que se realizou na noite de sexta-feira, no auditório municipal da Câmara Municipal.
O evento serviu para a autarquia homenagear quase duas centenas de desportistas do concelho, onze clubes e associações em quinze modalidades diferentes, o que mereceu o elogio do governante.
«Momentos como este são essenciais. Prestam-se homenagens a um conjunto de atletas que tem feito coisas positivas pela cidade», congratulou-se.
Sobre a questão dos quadros competitivos e a alegada promessa do actual presidente da Liga, Mário Figueiredo, na campanha eleitoral de que nenhum clube iria descer de divisão, Alexandre Mestre referiu ser «um grande defensor da autonomia do movimento associativo e da auto-revelação».
«O movimento associativo, no seu seio, deve o mais possível regular-se e chegar a entendimentos quanto ao seu futuro», sustentou, acrescentando:
— A lei exige em alguns momentos a intervenção de órgãos como o Conselho Nacional do Desporto. O Estado só deve intervir quando for necessário.
Já sobre o Totonegócio, Alexandre Mestre escusou-se a tecer comentários.
«Sobre isso o Ministro-adjunto da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, já disse o que havia a dizer. Não tenho mais nada a acrescentar», concluiu.
O evento serviu para a autarquia homenagear quase duas centenas de desportistas do concelho, onze clubes e associações em quinze modalidades diferentes, o que mereceu o elogio do governante.
«Momentos como este são essenciais. Prestam-se homenagens a um conjunto de atletas que tem feito coisas positivas pela cidade», congratulou-se.
Sobre a questão dos quadros competitivos e a alegada promessa do actual presidente da Liga, Mário Figueiredo, na campanha eleitoral de que nenhum clube iria descer de divisão, Alexandre Mestre referiu ser «um grande defensor da autonomia do movimento associativo e da auto-revelação».
«O movimento associativo, no seu seio, deve o mais possível regular-se e chegar a entendimentos quanto ao seu futuro», sustentou, acrescentando:
— A lei exige em alguns momentos a intervenção de órgãos como o Conselho Nacional do Desporto. O Estado só deve intervir quando for necessário.
Já sobre o Totonegócio, Alexandre Mestre escusou-se a tecer comentários.
«Sobre isso o Ministro-adjunto da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, já disse o que havia a dizer. Não tenho mais nada a acrescentar», concluiu.








